terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Miranda Medgard


Vem de uma família de classe média da Rússia antiga, seu pai era um pequeno nobre. Miranda era uma criança que tinha tudo do melhor, mesmo que isso resultasse em alguns "apertos" da família para educá-la.
Uma menina meiga, doce e honrada.

Enquanto voltava de um passeio, foi abordada por um homem bonito e muito simpático que comprou-a com mimos e chocolates.
Logo, aquela doce criança estava sendo embalada com um beijo em seu pescoço, aquilo a transtornava mas ela não conseguia escapar dos braços daquele homem tão gentil e simpático, seus cabelos longos e castanhos, deslizando, cheirosos, pela pequena face da menina. A força já lhe faltava, mas ela tinha ímpeto de lutar contra aquele predador, “mas, ele tem um beijo tão gostoso”. Logo, toda a vida da pequena russa se esvaiu.

Depois de muitos anos, Miranda já se considerava auto-suficiente de seu pai, já aprendera todo o básico e ele mesmo a aconselhou que buscasse pelo resto de seu aprendizado: “Apenas vivendo, minha querida, você encontrará o resto da sabedoria necessária para alcançar sua eternidade, meu amor. Mas, lembre-se, eu sempre estarei aqui para garantir seu aconchego quando precisar”.

Miranda saiu pela Rússia aprendendo com outros vampiros, logo que a Camarilla foi criada ela entrou para aprender mais, acumulou conhecimento, poderes, cresceu, mas não no tamanho.

Na fronteira com a Finlândia, viu terras novas, grandes montanhas geladas, pessoas estranhas, vampiros diferentes. Resolveu aprender com aquelas novas criaturas, encontrou um homem que foi gentil com ela e carregou-a com ele. Mas, quando ela resolveu partir, eles brigaram e o homem levou a melhor, a pequena estava em torpor e ele com todo o controle de tudo.

“Mas eu me lembrava daquela mulher bonita que chegou para salvar-me, e de como minhas esperanças se esvaíram quando ela deu os sinais de que estava perdendo a luta, mesmo com ajuda daquele forte homem, o ‘cientista’ parecia invencível. Até que aquele homem grande e de beleza incontestável surgiu do nada e salvou a mulher.

Eles estavam saindo e, pareciam não me ver, foi quando a mulher olhou em volta uma última vez e me viu caída em uma pequena cama. Correu em minha direção e me levou com ela, os escutei conversando, aquele lindo homem estava conhecendo-a naquele momento também, mas o forte já parecia estar com ela há muito tempo.

Foi ela quem me acordou, parecia uma mãe, às vezes parecia uma criança quando cuidava de mim. Eu tentei explicar de inúmeras formas que eu não era mais uma criança, mas ela insistia em dizer com eu era ‘tão pequenina e tão linda’. O lindo homem se chamava Ahimanus, parecia bom e calmo conosco, mas por dentro ele era diferente, eu sabia. Anette era mulher mais estranha que já conheci, de uma beleza surreal e boba ao mesmo tempo, se intitulava dona daquelas terras e as comandava com sabedoria e tranqüilidade.

Por alguns anos vivi com eles, Anette e Ahimanus desconfiavam um do outro, mas por quanto tempo aquilo duraria? Eles estavam predestinados a ficar juntos, mas não davam o ‘braço a torcer’. Quando me recuperei e aprendi o suficiente com eles, parti em minha nova jornada, mas eu tinha certeza de que se havia um lugar para eu voltar, o lugar era ao lado dos dois.

Mesmo de longe, eu podia saber dos dois, fiquei sabendo o dia em que o alemão Henrique Von Shiller entrou nas terras dela pedindo para ser seu filho, e como ela o recebeu, criou e cuidou dele, junto com o amado Ahimanus. Fiquei sabendo quando Anette permitiu que seu amado retornasse à sua terra e de sua cruzada até o Egito para resgatá-lo. Eu cuidei de Henrique, mas Anette jamais soube, fiz no escuro.
Pensei em ir ajudá-la, mas a criança dela precisava mais de mim, ela poderia se virar com as pessoas que se dignaram a ajudá-la por lá.

Muitos anos depois, eu soube que Anette havia ido descansar, seu senhor havia tomado suas terras e expulsado seu neto de lá. O mundo mudou muito em quinhentos anos e eu preferi não dormir, quis ver com meus próprios olhos as mudanças desse pequeno grande globo que chamam carinhosamente de Terra. Senti muita falta dela... perdi a conta de quantas noites chorei pelo amor de minha querida ‘mãe’ e meu querido ‘pai’.

Fiquei estudando nos anos em que eles estavam dormindo. E, quando acordaram, quase não me segurei, mas meu mentor avisou-me sobre os fatos conturbados que estavam acontecendo no despertar de meus amados. Tive muito medo de papai morrer quando descobri que ele estava sendo mantido preso, mas não podia ir salvá-lo sozinha. Minha mãe estava correndo, não sabia nem que perdera tudo, ma quando teve oportunidade foi buscar meu pai, e eles quase morreram.

Mas, um dia, sofri um baque sem tamanho quando os senti morrendo, controlei minha besta interior com muita dificuldade. E, hoje, estou indo encontrar meu irmão e tentar saber quem foi o miserável que destruiu meus pais.”

Kirila Ruthven



Kirila era uma bela e joven cigana que viva com seus parentes na região de Sovata, norte da Antiga Valaquia. Desde cedo acostumada e ensinada por seus pais sobre a prsença do sobrenatural, sobretudo dos predadores da noite, os Striggoi, ou vampiros, ela cresceu bizarramente fascinada por eles, por seu estilo de vida e por seu glamour...logo ela se tornaria mais uma idiota enganada pelo apelo do abraço. Durante muito tempo, Kirila estudou a magia cigana com sua avó ese tornou versada na prestidigitação e na astrologia. Uma bela noite, Kirila andava por uma estrada deserta a noite, contrariando os avisos de sue povo...intimamente ela desejava por esse encontro. Como um tufão ela se viu nos braços de uma criatura da noite, um homem forte e belo, que ela podia perceber ser um dos membros de seu povo...um cigano. Ele se aproximou dela cheio de truques e ilusões, fez uma rosa sair de seu cabelo e quando se preparava para dar a jovem tola o beijo da noite, foi atingido por um golpe vindo do nada. De uma hora para a outra ela se viu presa no meio de uma batalha de mosntros, e parecia que o prêmio era ela. De um lado um casal estranho, um cigano e uma espanhola. De outro uma bela mulher que se parecia muito com uma nobre romena que ela via tempos atrás e um exercito e monstruosidades. Durante a sangrenta batalha, ela fugiu para a floresta, onde ficou perdida por horas vagando pela escuridão, com medo de encontrar algumas daquelas mosntruosidades pelo caminho. Mas quem cruzou seu caminho foi uma bela criatura, um homem magnificamente lindo e de um carisma irresistivel. Ela já o havia visto pelos castelos, vagando pela vila e cortejando indecentemente as donzelas. Seu nome era St Clair..Sim, Cesar St Clair...o libertino de Sovata...

Maravilha...ela escapara dos mosntros para ser estuprada na floresta por um nobre desgraçado...
Mas para sua surpresa, o nobre era um poço de delicadeza e educação. Ele pegou-lhe a mão e a confortara. Ela se sentia como se estivesse abraçando um irmão, pai ou...marido...
Durante algumas horas os dois conversaram e finalmente eles saíram da floresta.
Durante a conversa, ele dissera a ela que os seres da noite o respeitavam, que ele tinha um poder sobre eles e que não a fariam mal se ela fosse com ele para o castelo. Pareceu uma conversa dissimulada no inicio, mas quanto mais ela ficava em sua presença, mais ela se sentia bem ao seul ado.
No final, ela já estava adentrando os muros do Castelo St Clair sem ao menos reparar..

La ela recebeu um banho, belas roupas nobres e perfumes. Olhando-se no espelho ela se viu mais linda do que nunca se vira antes, e no reflexo ela viu o olhar catatonico do nobre, embasbacado aparentemente por sua belza.
Ele avançou em direção a ela, com um olhar penetrante e insano, a agarrou pela cintura e a deitou na cama...Ela estava com medo, mas o perfume, os olhos dele, tudo leh deixava ecitada e sem medo...se alguém deveria tirar-lhe seu tesouro de mulher, que fosse aquele nobre então...
Mas uma voz forte e doce interrompeu tudo.

Cesar saiu de cima dela com a rapidez de um desesperado e logo ela viu aquela bela mulher que lutava contra o casalna floresta. Ela estava magnifica e não exitou em andar em sua direção, falando com Cesar mas sem olhar para ele...

"Cesar meu querido...obrigada por recuperar minha presa para mim...Melissa e aquele Ravnos já tiveram o que mereciam, e vc meu pequeno diabinho, terá o que merece em breve finalmente...prepare-se para ser chamado de Voivod daqui para frente...
Agora se me dá licença, eu e a jovem teos muito a conversar...ela precisa ser avisada que hoje pela manhã ela viu pela ultima vez o sol...mas que verá infinitas luas daqui para frente..."

Kirila foi abraçada por uma Tzmisce do velho pais (old Clan)
Por ter um conhecimento em magia cigana e todos os segredo do povo Cigano, ela atraiu a atenção da Tzmisce, mas o que mais pesou nos motivos para o abraço foi o fato de ela ser um membro da familia Ruthven, uma familia nobre da Roemna, descendente do primeiro carniçal feito pelo antidiluviano Tzmisce (o que fazia dela uma revenant em potencial, o que já não tem mais tanta importância).
Kyela não fazia parte dessa familia, mas quando ela descobriu que um membro da mesma fora sequestrado por ciganos ainda pequena e levada para ser criada por um deles, ela logo se interessou em abraça-la apenas para apimentar um pouco a guerra eterna entre os Voivods romenos.
Durante séculos, Kirila foi treinada por sua senhora nas artes do koldun e das intrigas politicas de Sovata, servindo como arma de sedução e elemento surpresa, visto que não se tinha noticia de um aprendiz koldun desde a ultima prole de jean Paul sangere sabie ha 200 anos atras...

Mas em todos os seus 600 anos de idade, Kirila não podia tirar Cesar da cabeça. Um todos esses séculos, ela se lembrava dele como o homem que chegara mais perto de transformá-la em uma mulher de verdade. (ou seja, ela tem 600 anos e é VIRGEM).
Quando a oportunidade de rever aquele nobre Toreador chegou, ela quase não acreditou, mas as ordens de sua senhora foram muito explicitas:

"Siga-o, onde quer que for, mas só se mostre se for necessario ou se ele lhe vir. Observe o que ele faz e reporte a mim, ajude-o no minimo necessario e cobre favores por alguma ajuda mais dispendiosa. Se perceber que ele conspira contra mim ou a Romênia. mate-o." E a proposito querida...NUNCA, eu disse NUNCA deite-se com ele, ou quando retornar encontrará uma estaca de 20 m de altura no pátio do castelo dracul esperando por você."
Logo, frustrada e melancólica, mas animada por finalemnte ter a chance de provar seu valor para sua senhora, Kirila Ruthven parte para Nova York, em busca de Cesar St Clair e seus aliados.

Silent Force ( parte X )


Primeiramente, gostaria de agradecer a todos pela compreensão sobre o caso de Mellart, não havia como vocês avançarem em seus planos com ele ainda desperto. Eu, Elrophen Psicraft. Sou o líder substituto de vocês. Porque não estão vendo a Silent Force por aqui? É porque todos estão fazendo o que foram treinados para fazer. Proteger Jason Mellart enquanto ele dorme. Eles o protegem de todas as formas, físicas, mentais, sociais, espirituais. Sim, isso quer dizer que quando digo das ordens de Mellart, digo que são pedidos diretamente para vocês. Não quero mais enrolar e vou direto ao assunto. Mellart deixou apenas uma “missão” para vocês cumprirem nesse um ano. A destruição do demônio chamado Tarrask, e para isso, ele os cede de bom grado, alguns aliados, artefatos, influência e recursos. Em termos de contatos vocês estão muito bem servidos com Varnestein. Apenas sabemos que ele saiu de Gray Rose, e está na cidade de Lãs Vegas. Sabem como Mellart é apegado a nomes e como ele gosta de nomear idiotamente as coteries. ( da um sorriso).

Vocês serão conhecidos como “New Gênesis” de agora até o um ano em que voltam para seu estado normal. Por mais, se precisarem, podem procurar minha mente ou minha pessoa no castelo de Mellart.

Agradeço mais uma vez a compreensão.

( essa foi uma visita que ele fez a vocês no inicio da noite depois do “sonho”. )

domingo, 27 de janeiro de 2008

Silent Force (parte IX )


As coisas voltaram mais ou menos ao normal nesta coterie mais que maluca, e os membros remanescentes entraram na Silent Force enquanto são “outtros”.

Varnestein que acreditaram estar morto ate neste momento reapareceu provando ainda mais que Mellart não os traira. A verdade chegou a todos os membros de formas diferentes, mas chegou. Em alguns casos foi na base da mais pura e simples “porrada”, em outros, foi na base da diplomacia e perspicácia. Em fim tudo começava a retornar para os eixos, até que a Silent Force se lembrou para que todos serviam.

Estava na hora de Mellart fazer o que seus antepassados fazem deitar e dormir o sono dos justos, não que ele seja justo, mas ele gosta de pensar que é. Tudo estava arranjado e os devidos rituais feitos, sim, a maioria dos Toreador diria que é extrema loucura deixar suas coisas e você mesmo na mão de um grupo cuja liderança esta em um tremere no momento, mas Mellart simplesmente cativou cada um daquela imensa coterie e eles o cativaram. Seus planos diziam que era necessária uma retirada estratégica, mas que essa retirada duraria pouco tempo. Ele abriria espaço para que Sabiolix, César e Anette pudessem avançar e se tornar algo maior, algo que já estava em seus planos séculos atráz.

“É chegada a hora da revelação, tomara que nenhum deles tenha a mesma atitude que tive quando vi isso pela primeira vez.”

sábado, 26 de janeiro de 2008

Silent Force ( pate VIII )


As ruas da pequena cidade Holandesa estavam bastante agitadas. Muitas pessoas haviam desaparecido e parece que o grande bilionário da pequena cidadezinha estava prestes a dar uma festa. As festas deste excêntrico sempre foi o acontecimento mais importante da cidade, onde toda a cidade sem exceção era convidada a entrar no majestoso castelo que pertence à família Mellart. Hoje, seus descendentes seguem um tabu da família, que é “A festa do Solstício”. Mas neste ano o jovem herdeiro não estava tão empolgado.

Preocupado com tudo que estava acontecendo, Jason Mellart apenas conseguia ficar ansioso para uma única coisa, reunir a Silent Force e ver os resultados. Inúmeros foram os dias de procura e agora que Elrophen estava de volta, ele queria logo os resultados obtidos em Gray Rose. Mellart mal acabara de escrever cartas a suas amadas proles quando Elrophen o interrompeu no escritório.

“-Posso entrar meu senhor?”

“- Sim Elrophen, estava a sua espera.”

“- É hora da reunião, todos eles já estão no salão.”

“- E ele, já esta pronto para libertá-lo?”

“Sim, aquele fedor.. herrr, aquele cainita estará logo andando entre nos novamente.”

“-Que bom quase tudo esta saindo como esperado... quase tudo...”

Silent Force ( parte VII )


As vezes pessoas fazen acordos estranhos, e as vezes esses acordos estranhos levam estas pessoas a destruição. Não foi seu caso, mas ele adimite que caçar INCONNU não era do seu feitio e muito menos mesmo os encontrando não poder matá-los. A caçada foi longa, as noites observando e planejando foram maiores ainda. Mas finalmente ele estava pronto para a resposta final. Mellart estava certo. Eles estão nos dominios de Tarrask. mesmo não sabendo o que foi e nem como foi, ele sabe onde foi. Varnestein e Stelina ja estavam neste dominio a mais de 100 anos, e ele conseguiu enredar a todos usando uma mortal. Vendo em termos de idade, não era para serem tão tolos e vendo em termos de utilidade, não era para cairem tão facil diante de seus senhores. Mas bem, quem pode dizer coisas melhores sobre isso agora eh Erophen, a quem acompanho rumo a Gray Rose. Essas pequenas e frageis proles ... penso que podem temer seus senhores por esse encontro pelo resto de suas não vidas...... hahahahahhahahahahahahah

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Silent Force ( parte VI )


O dia estava agitado, os traidores acabaram de morrer e o senhor mellart ainda questiona isso. Todos sabem que foi aquele careca quem os destruiu, mas mellart jura de pé junto que ele nunca destruiria a Anette. Quem conseguiria achá-los então? Toda Silent Force estava voltando seus esforços para isso e Elrophen foi a Gray rose procurar os “filhos” dos traidores. Felizmente ninguém da silent esta tendo sucesso, pois isso mostra que estão realmente destruídos. Os poderes de seus amigos e do temível Mellart eram capazes de virar esse mundo de cabo a rabo sem incomodar ninguém, claro, para procurar. Quando fomos argumentar com Mellart essas evidências ele logo disse que eles já tinham o apoio de um mago, tanto que foi o mago que fez suas observações cessarem. Mellart ainda ri sozinho lembrando-se do Sabiolix dançando “I feel good” no avião, e quando a maga chegou, cessou todas as observações. Ele apenas sabe que Érika esta envolvida junto com alguns membros em torpor e o maldito careca egípcio.

“Sim, essas são as informações que consegui de Mellart e a resposta que ele me deu. Como líder da Silent Force, eu digo para que continuemos o plano inicial, se Elrophen não conseguir achar, ninguém consegue.”

“ Certo Yerro, vamos para nosso objetivo principal.” ( diz uma voz sentada do outro lado de uma grande mesa oval.)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Prelúdio...


O plano era maluco o bastante para que kalif entrasse com muito prazer nele. Ja Ahimanus estava entrando porcausa de sua amada, cujo ele sabia ter que ficar de olho. As coisas foram estranhas, mas no final conseguiram virar suas novas formas. Ahimanus se tornou Victor On'Darlen, um Suiço abraçado por um gangrel, e Kalif se tornou Virna Argenes, abraçada por uma tzimisce, porém nem tudo foi como esperavam... Ahimanus tem uma consciencia enorme do que era e do que se tornou, mas kalif... nem se lembra mais de quem foi, para ele, kalif era seu "alter-ego" e virna, sua verdadeira identidade. Apenas voltou a ser o que era antes na opinião dele. Falando de uma pessoa diferente, Silmeria, tinha tudo para dar errado, ela estava com medo, quase se recusou e fugiu, porem ela tinha um apresso especial por aqueles vampiros, Sabiolix.. ele nem sabe o quanto ela gosta dele, Anette, uma anciã com pose de menina, como ela, e cesar... como ela o amava, sempre o amou... mas infelizmente ela teria que provar seu valor para ele, e para isso ela deveria mergulhar no desconhecido e mostrar quem ela era de verdade. Depois... apenas existia ela. Silmeria se lembra de tudo com perfeitos detalhes e sabe que sua alma foi demais para o ser com quem se fundiu. "Me parece que o pequeno tremer não aguentou o tamanho do meu verdadeiro nome..."

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Silent Force ( parte V )


Ela esta andando sem rumo, não sei o porque e não sei por qual razão, mas sei que minhas ordens vindo do senhor Elrophen, são bem claras. Devo matá-la agora para que amanhã eles percam uma grande força bélica que adiquiriram com a união desta brujah a coterie. Chove bastante, e isso me beneficia de uma forma que com certeza ela não poderá imaginar. Observando minha presa de cima desses predios eu posso jurar que vou esmagá-la facilmente, porém se ela foi capaz de encostar em Jason mellart, então devo ter cuidado redobrado. Ela vem na diração que eu queria e minha emboscada está pronta. Agora o fim de sua não- vida está próximo. "- O que? Sumiu?" Mellaine esquiva de um golpe que passa perigosamente perto de seu pescoço para que ela possa continuar refletindo sobre a situação. A brujah havia lhe percebido e uma batalha extremamente mortal estava se iniciando ali.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Silent Force ( parte IV )


Nostaugia, é o que sinto entrando nesses salões depois de 750 anos, há muito minhas proles cuidam de meus negócios e a muito não sabem pra onde fui e nem o que fiz, e muito menos sabem para que os usei. La vem ele, minha prole mais velha, Trowa, um amor de pessoa mas com um segredo que agradaria pouco a camarilla. "- Vejo que "cresceu" forte e saudavel meu querido." "- Sim minha senhora, esperei por muitos séculos o seu retorno e cuidei de tudo que era seu transferindo e aumentando seu patrimonio assim como os tempos modernos pedem." "-Fez um excelente trabalho, e suas influências meu garoto, como estão?" "- Estão aumentando senhora, porque?" "-Tenho um pedido para lhe fazer, e pode falar para eles que foi Edras Cavarladri quem pediu."

domingo, 20 de janeiro de 2008

Silent Force ( parteIII )


Ela sabia exatamente qual era sua missão, e sabia melhor que ninguem como cumprir. Sherlye é uma mestra da enganação e criar certas coisas para ela seria simples. Sua missão era facil, apenas desviar alguns seres indesejados do caminho de alguns seres desejados. Mas... algo deu errado. O plano que estava tão perfeito simplesmente falhou. Como poderia ter falhado? Sim, não era apenas dos poderes dela que dependia, aquele tremere, Selphor, não cumpriu com a parte dele e por isso os traidores escorregaram atravez de suas mãos. o mais estranho é que a cada encontro mestre Mellart ainda dizia aquelas palavras: "- Ainda não acredito que me trairam, porque me trairam?" E a cada encotro ele estava mais convencido de que eles estavam corrompidos por alguma coisa. Mas para ele, essa coisa finalmente se mostrou, o setita. Ele tem absoluta certeza que é o maldito Ahimanus que esta jogando sua "amada" coterrie contra ele. Mas, ela tem suas duvidas, o setita apenas se moveu quando percebeu de alguma forma o cerco feito no pequeno hotel. Ela mesma tomara cuidado para que nenhum deles tivesse a desconfiança de estar sendo cercados. Ela confiava nos poderes de Elrophen e sabia mais que ninguem que ele chegaria ao culpado disso tudo, mas a pergunta agora é: "- Será que não vai estar tarde demais?"

sábado, 19 de janeiro de 2008

Silent Force ( parte II )


A noite fria e chuvosa deixava aquela mansão que mais se parecia com um daqueles castelos tipo do Conde drácula, ainda mais bela. Os detalhes o agradara de imediato, e a forma com que estava sendo guardado o facilitara e muito. O lugar parece abandonado, sendo que nem um carniçal foi detectado na estrutura. A auxencia de zelo com todas aquelas preciosidades vindo justamente de um toreador, isso sim era algo que ele mesmo tinha que se preocupar, mesmo sendo 150 anos mais velho do que sua antiga aprendiz. Em sua memória ele desejava que ainda estivessem naquele ano magnífico em que Cesar armou para deixar a maioria da Tears para traz. Seus sentidos o avisaram logo, havia algo ali e não era desse mundo assim como ele, porém, não estava morto como ele. Selphor ergueu sua varinha e recitou palavras vindas da lingua secreta da ordem de hermes. Um homem alto e escuro portando uma espada montante aparecera depois dos dizeres. "- Então você é tão bom quanto dizem que é Selphor Lopan." "- Apenas venha descobrir seu ser infernal, e vai ver que posso ser melhor que sua alma corrompida." Com um pulo para traz o homem some por traz de uma escultura e selphor ja não pode sentí-lo mais. "- É, parece que os traidores tem mais problemas do que me parece, devo citar isso a Elrophen?... não....."

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Silent Force


Tudo corria bem nas investigações sobre os recem despertados na america do sul, até que Suhein percebe que seu refúgio altamente tecnologico e altamente movimentado por seus carniçais e proles estranhamente esta silencioso. De subto a porta de seu escritório abre e ela vislumbra uma face que não esperava ver ali. - Brand... não acredito que vo... Ela não consegue nem terminar a frase, pois tem uma espada cravada em seu peito sem nem mesmo perceber quando. -" Que pena Su, tal senhor... tal prole."
- Porquê Brand?
"- Eu sou da Silent Force Suhein, e agora, me foi ordenado beber do sangue de todos os traidares da causa."
O aparentemente jovem vampiro gira a espada no peito da nosferatu vendo com todos os detalhes a transformação de um vampiro em cinzas.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Despertos...


Um homem de cabelos brancos e robe negro sobe toda uma escadaria escura e fria em um dos subterrâneos da longa floresta no chile. Ele sabe o quanto a area esta conturbada e por isso caminha sem nem sequer fazer um ruido. A porta em sua frente é alta, de pedra e com uma inscrição Egípcia muito antiga, mas ele a reconhece bem, afinal, foi ele que a fizera a séculos atraz a mando do poderoso Mellart. Agora ele entende o porque daquilo tudo, o que ele questiona é se não seria mais facil apenas contar as coisas que ele sabe. Entrando na pequena fortaleza subterrânea, ele ve ali em um circulo lotado de rituais os sete adormecidos em seus sarcófagos de pedra. "Agora sim... quero ver se usará tudo que te ensinei.... Anette."

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Reviravolta...


Mellart ainda estava ai parado sem acreditar no que havia feito, ele simplesmente jogara fora todo trabalho e dedicação por um ato inpensado, claro, o que aquele nosferatu fez foi simplesmente esconder a espada de caim dele quase que eternamente, mas sera que isso teria sido motivo suficiente para ser atraido pelas garras de sua besta interior? Mais que rapidamente veio a mente dele a resposta, SIM! Ele desejava aquela espada a séculos atraz e no momento em que consegue e seus planos chegam quase ao fim, acontece esse fato inesperado, tudo porque ele não deu atenção a seus instintos quando sabia que deveria ter cortado aquela paixão obsessiva do peito daquele ser horrendo. Agora estava ele sem seus "servos" e sem " sua arma", o que mais podia dar errado?... Droga, porque perguntar? Logo a Stelina convocando eles em uma igreja? Deve ser alguma piada ou realmente tenho terei de fazer algo já! mellart se levanta e chama Elrophen e Astur. " Hora de levar as coisas mais a sério..."