sábado, 15 de março de 2008

Créditos


Sim, é uma vitória o que conseguimos, o grupo FreeHold acaba de encerrar sua primeira aventura, a “Torments Of The Night’, que também já foi conhecida como “Tears Of Blood”. Depois de um ano do seu início, a torments se tornou um “clássico” do universo freehold pelo visto. Também vou sentir saudades daquela galerinha, porém, sei que vão aprontar agora como Npcs. Eu realmente gostaria de agradecer a todos pela paciência e compreensão que mantiveram durante toda a crônica, bem como me ajudar a dar vida a esta história. Espero realmente que tenham gostado, e que tenham se divertido tanto quanto eu me diverti narrando para vocês.

“E a jornada acabou . . . pelo menos por enquanto!”

Abração Galera!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Ajuda Inesperada


Varnestein olhava incrédulo ao ver a pessoa que procurava por Anette Lonnröt, um homem que ele apenas vira uma vez e que os tremeres sussurrava ser um traidor. Ali em sua frente estava o grande Kamui. Um membro obscuro da linhagem tremere que estava fazendo parte da "cabala do manto invisível". Agora vem o pior, não era a única pessoa a procurar por eles. Estava ali também uma mulher que ele conhece como sendo uma espécie faérica, uma Shade chamada Verkan querendo falar com César e por ultimo e não menos bizarro, um homem que ele reconhecera como Ganatheu, um dançarino da espiral negra! Varnestein estava realmente atordoado com aquelas presenças ali. Claro, um em cada sala, visto que muitos ali não iriam se olhar bem ou pelo contrário, até tomar uma cervejinha, e pelos conhecimentos que o nobre nosferatu tem, nem uma das opções eram viáveis.
"Apenas espero que aqueles três loucos consigam finalmente tomar decisões que eu apóie de verdade."

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Reino Gélido


O frio era intenso, também, não era por menos, uma nevasca acontecia do lado de fora do grande Castelo gelado. Parado ali ele ja sentia-se ameaçado por tudo e todos. Era apenas questão de tempo até que a grande Éster os perceba ali e venha os espulsar. Talvez não seja necessário nem que ela venha pessoalmente, apenas mande um de seus poderosos guardas-costas coletados atravéz do tempo. Mas agora o importante era conseguir chegar até ela e negociar. Aqueles vampiros por mais caóticos que fossem eram muito expertos. Perceberam seus planos e fizeram acordo com uma múmia pelo que ficou sabendo. As coisas estão muito complicadas agora, e com certeza eles sabem dele e logo virá o "contra golpe". Até onde as coisas iriam chegar agora? Aquela espada desaparecida, e o "grupinhu" deles só aumentando. Era também questão de tempo que descobrissem tudo. E para que isso nao acontessa, ele vai matá-los antes." A melhor defesa é o ataque, e o melhor ataque nunca é com seus próprios punhos." Logo todos eles serão levados a extinção e os planos pressiguirao sem interrupções desta vez. Ah, então ela veio pessoalmente, ótimo, assim vou poder negociar com ela ... mas ela nunca poderá saber que estará destruindo seu tão amado filho...

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Miranda Medgard


Vem de uma família de classe média da Rússia antiga, seu pai era um pequeno nobre. Miranda era uma criança que tinha tudo do melhor, mesmo que isso resultasse em alguns "apertos" da família para educá-la.
Uma menina meiga, doce e honrada.

Enquanto voltava de um passeio, foi abordada por um homem bonito e muito simpático que comprou-a com mimos e chocolates.
Logo, aquela doce criança estava sendo embalada com um beijo em seu pescoço, aquilo a transtornava mas ela não conseguia escapar dos braços daquele homem tão gentil e simpático, seus cabelos longos e castanhos, deslizando, cheirosos, pela pequena face da menina. A força já lhe faltava, mas ela tinha ímpeto de lutar contra aquele predador, “mas, ele tem um beijo tão gostoso”. Logo, toda a vida da pequena russa se esvaiu.

Depois de muitos anos, Miranda já se considerava auto-suficiente de seu pai, já aprendera todo o básico e ele mesmo a aconselhou que buscasse pelo resto de seu aprendizado: “Apenas vivendo, minha querida, você encontrará o resto da sabedoria necessária para alcançar sua eternidade, meu amor. Mas, lembre-se, eu sempre estarei aqui para garantir seu aconchego quando precisar”.

Miranda saiu pela Rússia aprendendo com outros vampiros, logo que a Camarilla foi criada ela entrou para aprender mais, acumulou conhecimento, poderes, cresceu, mas não no tamanho.

Na fronteira com a Finlândia, viu terras novas, grandes montanhas geladas, pessoas estranhas, vampiros diferentes. Resolveu aprender com aquelas novas criaturas, encontrou um homem que foi gentil com ela e carregou-a com ele. Mas, quando ela resolveu partir, eles brigaram e o homem levou a melhor, a pequena estava em torpor e ele com todo o controle de tudo.

“Mas eu me lembrava daquela mulher bonita que chegou para salvar-me, e de como minhas esperanças se esvaíram quando ela deu os sinais de que estava perdendo a luta, mesmo com ajuda daquele forte homem, o ‘cientista’ parecia invencível. Até que aquele homem grande e de beleza incontestável surgiu do nada e salvou a mulher.

Eles estavam saindo e, pareciam não me ver, foi quando a mulher olhou em volta uma última vez e me viu caída em uma pequena cama. Correu em minha direção e me levou com ela, os escutei conversando, aquele lindo homem estava conhecendo-a naquele momento também, mas o forte já parecia estar com ela há muito tempo.

Foi ela quem me acordou, parecia uma mãe, às vezes parecia uma criança quando cuidava de mim. Eu tentei explicar de inúmeras formas que eu não era mais uma criança, mas ela insistia em dizer com eu era ‘tão pequenina e tão linda’. O lindo homem se chamava Ahimanus, parecia bom e calmo conosco, mas por dentro ele era diferente, eu sabia. Anette era mulher mais estranha que já conheci, de uma beleza surreal e boba ao mesmo tempo, se intitulava dona daquelas terras e as comandava com sabedoria e tranqüilidade.

Por alguns anos vivi com eles, Anette e Ahimanus desconfiavam um do outro, mas por quanto tempo aquilo duraria? Eles estavam predestinados a ficar juntos, mas não davam o ‘braço a torcer’. Quando me recuperei e aprendi o suficiente com eles, parti em minha nova jornada, mas eu tinha certeza de que se havia um lugar para eu voltar, o lugar era ao lado dos dois.

Mesmo de longe, eu podia saber dos dois, fiquei sabendo o dia em que o alemão Henrique Von Shiller entrou nas terras dela pedindo para ser seu filho, e como ela o recebeu, criou e cuidou dele, junto com o amado Ahimanus. Fiquei sabendo quando Anette permitiu que seu amado retornasse à sua terra e de sua cruzada até o Egito para resgatá-lo. Eu cuidei de Henrique, mas Anette jamais soube, fiz no escuro.
Pensei em ir ajudá-la, mas a criança dela precisava mais de mim, ela poderia se virar com as pessoas que se dignaram a ajudá-la por lá.

Muitos anos depois, eu soube que Anette havia ido descansar, seu senhor havia tomado suas terras e expulsado seu neto de lá. O mundo mudou muito em quinhentos anos e eu preferi não dormir, quis ver com meus próprios olhos as mudanças desse pequeno grande globo que chamam carinhosamente de Terra. Senti muita falta dela... perdi a conta de quantas noites chorei pelo amor de minha querida ‘mãe’ e meu querido ‘pai’.

Fiquei estudando nos anos em que eles estavam dormindo. E, quando acordaram, quase não me segurei, mas meu mentor avisou-me sobre os fatos conturbados que estavam acontecendo no despertar de meus amados. Tive muito medo de papai morrer quando descobri que ele estava sendo mantido preso, mas não podia ir salvá-lo sozinha. Minha mãe estava correndo, não sabia nem que perdera tudo, ma quando teve oportunidade foi buscar meu pai, e eles quase morreram.

Mas, um dia, sofri um baque sem tamanho quando os senti morrendo, controlei minha besta interior com muita dificuldade. E, hoje, estou indo encontrar meu irmão e tentar saber quem foi o miserável que destruiu meus pais.”

Kirila Ruthven



Kirila era uma bela e joven cigana que viva com seus parentes na região de Sovata, norte da Antiga Valaquia. Desde cedo acostumada e ensinada por seus pais sobre a prsença do sobrenatural, sobretudo dos predadores da noite, os Striggoi, ou vampiros, ela cresceu bizarramente fascinada por eles, por seu estilo de vida e por seu glamour...logo ela se tornaria mais uma idiota enganada pelo apelo do abraço. Durante muito tempo, Kirila estudou a magia cigana com sua avó ese tornou versada na prestidigitação e na astrologia. Uma bela noite, Kirila andava por uma estrada deserta a noite, contrariando os avisos de sue povo...intimamente ela desejava por esse encontro. Como um tufão ela se viu nos braços de uma criatura da noite, um homem forte e belo, que ela podia perceber ser um dos membros de seu povo...um cigano. Ele se aproximou dela cheio de truques e ilusões, fez uma rosa sair de seu cabelo e quando se preparava para dar a jovem tola o beijo da noite, foi atingido por um golpe vindo do nada. De uma hora para a outra ela se viu presa no meio de uma batalha de mosntros, e parecia que o prêmio era ela. De um lado um casal estranho, um cigano e uma espanhola. De outro uma bela mulher que se parecia muito com uma nobre romena que ela via tempos atrás e um exercito e monstruosidades. Durante a sangrenta batalha, ela fugiu para a floresta, onde ficou perdida por horas vagando pela escuridão, com medo de encontrar algumas daquelas mosntruosidades pelo caminho. Mas quem cruzou seu caminho foi uma bela criatura, um homem magnificamente lindo e de um carisma irresistivel. Ela já o havia visto pelos castelos, vagando pela vila e cortejando indecentemente as donzelas. Seu nome era St Clair..Sim, Cesar St Clair...o libertino de Sovata...

Maravilha...ela escapara dos mosntros para ser estuprada na floresta por um nobre desgraçado...
Mas para sua surpresa, o nobre era um poço de delicadeza e educação. Ele pegou-lhe a mão e a confortara. Ela se sentia como se estivesse abraçando um irmão, pai ou...marido...
Durante algumas horas os dois conversaram e finalmente eles saíram da floresta.
Durante a conversa, ele dissera a ela que os seres da noite o respeitavam, que ele tinha um poder sobre eles e que não a fariam mal se ela fosse com ele para o castelo. Pareceu uma conversa dissimulada no inicio, mas quanto mais ela ficava em sua presença, mais ela se sentia bem ao seul ado.
No final, ela já estava adentrando os muros do Castelo St Clair sem ao menos reparar..

La ela recebeu um banho, belas roupas nobres e perfumes. Olhando-se no espelho ela se viu mais linda do que nunca se vira antes, e no reflexo ela viu o olhar catatonico do nobre, embasbacado aparentemente por sua belza.
Ele avançou em direção a ela, com um olhar penetrante e insano, a agarrou pela cintura e a deitou na cama...Ela estava com medo, mas o perfume, os olhos dele, tudo leh deixava ecitada e sem medo...se alguém deveria tirar-lhe seu tesouro de mulher, que fosse aquele nobre então...
Mas uma voz forte e doce interrompeu tudo.

Cesar saiu de cima dela com a rapidez de um desesperado e logo ela viu aquela bela mulher que lutava contra o casalna floresta. Ela estava magnifica e não exitou em andar em sua direção, falando com Cesar mas sem olhar para ele...

"Cesar meu querido...obrigada por recuperar minha presa para mim...Melissa e aquele Ravnos já tiveram o que mereciam, e vc meu pequeno diabinho, terá o que merece em breve finalmente...prepare-se para ser chamado de Voivod daqui para frente...
Agora se me dá licença, eu e a jovem teos muito a conversar...ela precisa ser avisada que hoje pela manhã ela viu pela ultima vez o sol...mas que verá infinitas luas daqui para frente..."

Kirila foi abraçada por uma Tzmisce do velho pais (old Clan)
Por ter um conhecimento em magia cigana e todos os segredo do povo Cigano, ela atraiu a atenção da Tzmisce, mas o que mais pesou nos motivos para o abraço foi o fato de ela ser um membro da familia Ruthven, uma familia nobre da Roemna, descendente do primeiro carniçal feito pelo antidiluviano Tzmisce (o que fazia dela uma revenant em potencial, o que já não tem mais tanta importância).
Kyela não fazia parte dessa familia, mas quando ela descobriu que um membro da mesma fora sequestrado por ciganos ainda pequena e levada para ser criada por um deles, ela logo se interessou em abraça-la apenas para apimentar um pouco a guerra eterna entre os Voivods romenos.
Durante séculos, Kirila foi treinada por sua senhora nas artes do koldun e das intrigas politicas de Sovata, servindo como arma de sedução e elemento surpresa, visto que não se tinha noticia de um aprendiz koldun desde a ultima prole de jean Paul sangere sabie ha 200 anos atras...

Mas em todos os seus 600 anos de idade, Kirila não podia tirar Cesar da cabeça. Um todos esses séculos, ela se lembrava dele como o homem que chegara mais perto de transformá-la em uma mulher de verdade. (ou seja, ela tem 600 anos e é VIRGEM).
Quando a oportunidade de rever aquele nobre Toreador chegou, ela quase não acreditou, mas as ordens de sua senhora foram muito explicitas:

"Siga-o, onde quer que for, mas só se mostre se for necessario ou se ele lhe vir. Observe o que ele faz e reporte a mim, ajude-o no minimo necessario e cobre favores por alguma ajuda mais dispendiosa. Se perceber que ele conspira contra mim ou a Romênia. mate-o." E a proposito querida...NUNCA, eu disse NUNCA deite-se com ele, ou quando retornar encontrará uma estaca de 20 m de altura no pátio do castelo dracul esperando por você."
Logo, frustrada e melancólica, mas animada por finalemnte ter a chance de provar seu valor para sua senhora, Kirila Ruthven parte para Nova York, em busca de Cesar St Clair e seus aliados.

Silent Force ( parte X )


Primeiramente, gostaria de agradecer a todos pela compreensão sobre o caso de Mellart, não havia como vocês avançarem em seus planos com ele ainda desperto. Eu, Elrophen Psicraft. Sou o líder substituto de vocês. Porque não estão vendo a Silent Force por aqui? É porque todos estão fazendo o que foram treinados para fazer. Proteger Jason Mellart enquanto ele dorme. Eles o protegem de todas as formas, físicas, mentais, sociais, espirituais. Sim, isso quer dizer que quando digo das ordens de Mellart, digo que são pedidos diretamente para vocês. Não quero mais enrolar e vou direto ao assunto. Mellart deixou apenas uma “missão” para vocês cumprirem nesse um ano. A destruição do demônio chamado Tarrask, e para isso, ele os cede de bom grado, alguns aliados, artefatos, influência e recursos. Em termos de contatos vocês estão muito bem servidos com Varnestein. Apenas sabemos que ele saiu de Gray Rose, e está na cidade de Lãs Vegas. Sabem como Mellart é apegado a nomes e como ele gosta de nomear idiotamente as coteries. ( da um sorriso).

Vocês serão conhecidos como “New Gênesis” de agora até o um ano em que voltam para seu estado normal. Por mais, se precisarem, podem procurar minha mente ou minha pessoa no castelo de Mellart.

Agradeço mais uma vez a compreensão.

( essa foi uma visita que ele fez a vocês no inicio da noite depois do “sonho”. )

domingo, 27 de janeiro de 2008

Silent Force (parte IX )


As coisas voltaram mais ou menos ao normal nesta coterie mais que maluca, e os membros remanescentes entraram na Silent Force enquanto são “outtros”.

Varnestein que acreditaram estar morto ate neste momento reapareceu provando ainda mais que Mellart não os traira. A verdade chegou a todos os membros de formas diferentes, mas chegou. Em alguns casos foi na base da mais pura e simples “porrada”, em outros, foi na base da diplomacia e perspicácia. Em fim tudo começava a retornar para os eixos, até que a Silent Force se lembrou para que todos serviam.

Estava na hora de Mellart fazer o que seus antepassados fazem deitar e dormir o sono dos justos, não que ele seja justo, mas ele gosta de pensar que é. Tudo estava arranjado e os devidos rituais feitos, sim, a maioria dos Toreador diria que é extrema loucura deixar suas coisas e você mesmo na mão de um grupo cuja liderança esta em um tremere no momento, mas Mellart simplesmente cativou cada um daquela imensa coterie e eles o cativaram. Seus planos diziam que era necessária uma retirada estratégica, mas que essa retirada duraria pouco tempo. Ele abriria espaço para que Sabiolix, César e Anette pudessem avançar e se tornar algo maior, algo que já estava em seus planos séculos atráz.

“É chegada a hora da revelação, tomara que nenhum deles tenha a mesma atitude que tive quando vi isso pela primeira vez.”